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sexta-feira, 29 de março de 2013

29 MARÇO - SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO 2013



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É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo,
através de diversos ritos religiosos.




Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico.
É um dos raros dias em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia. A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne. A Igreja apresenta grande austeridade, nada deve distrair o nosso olhar do altar e da cruz, o povo cristão deve ficar vigilante junto à cruz do Senhor e da Virgem Maria. Jesus foi interrogado pelos sumos-sacerdotes e quando respondeu que era o Messias, o Filho de Deus, todos gritaram que isto era uma blasfêmia e que por isso merecia a morte. Durante e entre estas audiências, foi insultado pelos guardas, Pedro O negou 3 vezes e se arrependeu, e Judas, após ouvir a sentença de morte, suicidou-se. Era tradição na Páscoa judaica libertar um preso. Pilatos, tentando libertar Jesus, foi forçado a libertar Barrabás. Jesus foi açoitado e entregue para a crucificação. Pilatos lavou as mãos, pois não queria essa culpa para si. Porém, foi covarde e acabou por condená-Lo a morte como pediam os fariseus e mestres da lei que manipularam a multidão para que pedissem o mesmo. Jesus então carrega a sua cruz até o Calvário, onde é crucificado entre dois ladrões (um deles é São Dimas), morto e sepultado, como vemos na Via-Sacra.




Durante a Semana Santa, que começa com o Domingo de Ramos, os católicos realizam muitos ritos para rememorar os últimos dias de Jesus Cristo na Terra.

Na Sexta-Feira Santa, dia em que se relembra a morte de Jesus, nas igrejas católicas não é rezada nenhuma missa, em sinal de luto e de dor. Entretanto, em muitas localidades do Brasil, os fiéis realizam procissões e encenações dramáticas, em geral nas ruas e praças públicas, representando a Via-Sacra ou Via-Crúcis. Trata-se de uma série de 14 cenas que mostram as diversas etapas do percurso realizado por Jesus carregando a cruz, desde o seu julgamento por Pôncio Pilatos até subir a colina do Gólgota, palavra hebraica que significa calvário ou lugar da caveira, onde se deu a sua crucificação, agonia e morte.

Na Idade Média, essas representações dramáticas da Paixão de Cristo eram realizadas nos mosteiros e ao ar livre, como forma de ensinar a história de Cristo às pessoas que não sabiam ler. É famoso o Drama da Paixão encenado em Oberammergau, na Alemanha. Conta-se que no outono de 1693 a peste atingira a aldeia, e a população fez a promessa de que, se fossem salvos, representariam a morte de Cristo todos os anos, para recordar seus sofrimentos. Depois da promessa, ninguém mais teria sido atingido pela peste. O drama de Oberammergau costumava ser representado apenas na Páscoa, mas hoje é encenado duas vezes por semana, de maio a setembro. Todos os atores são naturais da aldeia, não usam maquiagem e nem luzes artificiais. O drama tem a duração de oito horas e pessoas vêm de longe para ver a representação.

No Brasil, a mais famosa representação da Paixão de Cristo realiza-se em Pernambuco, na cidade de Nova Jerusalém, atraindo milhares de pessoas de todo o país.



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