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sábado, 7 de maio de 2011

07 MAIO - DIA DO SILÊNCIO



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No atual mundo globalizado temos que aprender a lidar, diariamente, com a agitação e os contratempos do cotidiano; assim, somos expostos continuadamente a diversas formas de ruído e barulho.

Trânsito, vozes, TV, rádio, sons externos e tantas outras coisas, o ritmo intenso e intrínseco ao mundo moderno, representam uma poluição sonora constante em nosso dia-a-dia.

Porém, no dia 07 de maio comemora-se o Dia do Silêncio, um momento para refletirmos sua importância nos mais diversos momentos de nossas vidas.

Nas variadas culturas há menções referentes à importância do silêncio.

Como mencionado pelo filósofo William James, “o exercício do silêncio é tão importante quanto a prática da palavra”.

Que neste Dia do Silêncio possamos saber distinguir os momentos de calar e refletir sobre coisas simples como a paz, o amor, a solidariedade e a tranquilidade.


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O silêncio é o eco reflexivo interior, o vôo da solidão gigante, o grito eloquente no auge da dor, o clamor do oprimido, a expressão criadora do poeta.

O silêncio é a ausência de barulho, sons, vozes e ruídos, segundo a definição de dicionários e enciclopédias.

Do ponto de vista da espiritualidade, o silêncio é força e caminho propício à introspeção e à meditação.

O silêncio dos imensos desertos, por onde caminham os peregrinos, em busca da fonte inesgotável de paz e harmonia.

O silêncio que nos acompanha na intimidade e está conosco no instante final, companheiro e guia no caminho da eternidade.

Silêncio das forças misteriosas, repletas de sutilezas e transparências, que nos dá a medida exata da pureza, da humildade, da riqueza interior.

Sem o silêncio a alma fica pequena.


“Há o silêncio manipulador, o silêncio torturante, o silêncio chantagista, o silêncio rancoroso, o silêncio conivente, o silêncio da zombaria, o silêncio imbecil, o silêncio do desprezo.
Há pessoas que matam com seu silêncio.
Há silêncios que esmagam a justiça e a bondade, na calada da noite
O silêncio mais puro é aquele que guarda a confidência.
Este silêncio jamais é excessivo.
Não se deve apregoar aos quatro ventos
o que foi murmurado na intimidade
da amizade e do amor”.



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