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quinta-feira, 7 de abril de 2011

07 ABRIL - DIA MUNDIAL DA SAÚDE


07 de Abril - Dia Mundial da Saúde



O Dia Mundial da Saúde ou World Health Day é celebrado todos os anos pelos 191 países membros da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO). Na América Latina, são sete milhões e meio de profissionais da área, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), órgão que representa a OMS no continente.

A data foi criada em 7 de abril de 1948, pela OMS, fundamentada no direito do cidadão à saúde e na obrigação do Estado em promover a saúde.

Vale lembrar que saúde começa com saneamento básico, educação, higiene, segurança alimentar e políticas de prevenção. Ainda hoje a cultura da doença prevalece, relacionando o tema a médicos, hospitais, remédios e tratamentos paliativos.

Muita saúde a todos!


Enquanto isso no Brasil ...



Atenção!
Dia de greve em todo o país...



O Dia Mundial da Saúde (7 de abril) será marcado de forma muito especial este ano. Médicos de todo o Brasil, de norte a sul, sem exceção, suspenderão o atendimento eletivo a todos os planos e seguro saúde. Há uma orientação das entidades médicas nacionais para que, desde já, quaisquer procedimentos ou consultas pré-agendados para 7 de abril sejam remarcados para datas oportunas.

Na ocasião, somente serão assistidas as urgências e emergências. A interrupção do atendimento a planos e seguros é uma ação importante em defesa da qualidade da prestação de serviço aos cidadãos. É uma tentativa de frear as interferências que as empresas fazem sobre os médicos, num claro ataque ao livre exercício da medicina. Recente pesquisa encomendada pela Associação Paulista de Medicina aponta que oito em cada 10 médicos sofrem pressões para reduzir os pedidos de exames, de internações e outros procedimentos, para antecipar altas – um absurdo, uma desumanidade.

Também é reivindicação do movimento de 7 de abril a valorização do trabalho médico. Pouca gente sabe, mas há uma década que os médicos não recebem reajustes adequados na saúde suplementar. As empresas aumentam abusivamente os valores pagos por seus usuários, mas mantêm uma política de remunerar os profissionais de maneira aviltante.
De 10 a 11 anos para cá, as mensalidades dos planos foram reajustadas em cerca de 140%, enquanto os médicos obtiveram (em alguns casos) 60% de recomposição. Como forma de garantir uma renda minimamente digna, muitos colegas passaram a acumular dois, três, quatro ou mais empregos.

As jornadas de trabalho chegaram a 60, 70, 80 ou mais horas semanais, o que é um atentado à integridade física e profissional, além de mais risco aos pacientes. Na pauta de reivindicação, recomposição das perdas dos últimos anos e inclusão nos contratos de cláusulas de reajustes periódicos, além do fim da interferência na prática médica, entre outros pontos.





Fonte: Jornal Estado de Minas

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