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domingo, 30 de janeiro de 2011

30 JANEIRO - DIA NACIONAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS




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No dia 30 de janeiro se comemora

o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos.



Quem não se lembra dos momentos encantadores a ler uma revistinha em quadrinhos, o famoso gibi?

Mundo da imaginação, fantasia, sonhos que se misturavam à realidade!...

E assim gerações vem criando o hábito da leitura.

Uma data para relembrar os geniais autores desse universo em quadrinhos!

As primeiras histórias em quadrinhos datam da Pré-História, visto que os homens das cavernas já pintavam nas paredes o que lhes acontecia. E graças às buscas eternas do homem que se dedica a estudar, explorar e desvendar os feitos dos primórdios, temos tomado conhecimento dessa forma de expressão, um legado para a humanidade.

No início do século XX, contudo, foi definido o conceito de histórias em quadrinhos, e sua técnica começou a ser desenvolvida.

Há vários precursores das histórias em quadrinhos, destacando-se o brasileiro Angelo Agostini, embora haja quem diga que a primeira criação surgiu com Richard Fenton Outcault, em The Yellow Kid, de 1863. Foi Outcault quem introduziu o "balão", no qual são escritas as falas dos personagens.


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Nas primeiras fases das histórias em quadrinhos, os argumentos eram apresentadas aventuras de crianças e bichinhos, com muito humor.


Em 1929, as histórias em quadrinhos ganharam muita popularidade; na década de 1930, o gênero "aventura" foi incorporado às histórias. A Era de Ouro, como ficou conhecida essa fase, teve seu auge com personagens como:

Flash Gordon, de Alex Raymond;

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Dick Tracy, de Chester Gould;

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Tarzan, uma adaptação de Harold Foster para o personagem de E. R. Burroughs (do livro Tarzan, o filho das selvas).


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Nessa nova fase, surgiu mais um gênero, tipicamente americano: o super-herói, como o Super-Homem, de Siegel e Shuster.


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As histórias em quadrinhos significaram mais do que um simples divertimento. O governo americano as utilizava como armas ideológicas para elevar o moral dos soldados e do povo em época de guerra. Alguns personagens em quadrinhos se alistaram na Segunda Guerra Mundial, incentivando jovens americanos a tomar a mesma postura. O herói que mais teve presença nesse período foi o Capitão América, de Jack Kirby e Joe Simon.


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Na década de 1940, foi criado o formato das revistas em quadrinhos que se conhece até hoje, e foi assim que estas chegaram ao Brasil, nesse ano.

Na década de 1950, as histórias em quadrinhos sofreram uma crise de identidade e foram duramente criticadas em razão de seu teor de indução em massa. Foi criado, então, um Código de Ética, mas nesses tempos de liberdade de criação e expressão reduzidas, os roteiros das histórias foram camuflados com textos aparentemente inofensivos que induziam nas entrelinhas.

Na década de 1960, voltou com força total o gênero dos super-heróis, como o Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Esteve Ditko.


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Nessa mesma década e a partir da década de 1970, os quadrinhos underground - com temas que abordavam o subconsciente norte-americano, as crises existenciais, os auto questionamentos -, criados por Robert Crumb, fizeram e ainda fazem sucesso.


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Marjorie Henderson Buell, conhecida como Marge, nos encantou com os personagens da Turma do Bolinha e da Luluzinha.


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Hanna Barbera com uma infinidade de personagens, que ainda hoje são atuais.


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Charles Schulz, com os personagens da Turma de Charlie Brown


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No Brasil, vários cartunistas ganharam destaque pela criatividade:

Henfil (personagens: Graúna e Zeferino),


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Ziraldo (personagens: Pererê e Menino Maluquinho),

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Péricles (personagem: O Amigo da Onça),

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Maurício de Sousa (personagens: Cebolinha, Mônica , Cascão ),

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Fernando Gonsales (personagem: Níquel Náusea),

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Angeli (personagem: Rebordosa),

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Millôr Fernandes, entre outros.


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Maurício de Sousa é considerado sem sombra de dúvida o maior cartunista brasileiro voltado para o mundo infanto-juvenil, mas que agrada também os adultos e criador da famosa "Turma da Mônica". Leia AQUI sua trajetória.


E seguindo a evolução natural da comunicação, o sucesso dos personagens dos quadrinhos passaram do papel ao mundo do cinema e televisão, mantendo viva as histórias que tanto fascinam gerações.


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Fonte: Internet - diversas pesquisas

Para quem gosta (ama) os gibis acesse esse Site (seguro), que será direcionado para vários links.

Um comentário:

  1. Que bom que compilou toda esta informação para nós,seus leitores.
    Interessante mesmo!
    Beijo.
    isa.

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